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Acabava Vergílio Ferreira o seu Conta - Corrente 4, quando nos ocorreu a reflexão que ora se publica, em sua memória. A mesma incide na problemática do estatuto ficcional da escrita diarística, em geral, e do diário de Vergílio Ferreira - que recentemente o destino interrompeu - em particular.
A ESCRITA NEGRA de VERGÍLIO FERREIRA Maria Antónia Lima Universidade de Évora/ CEAUL Num tempo de crise existencial justificada pela permanente inquietação dos indivíduos perante um destino incerto, inseguro e imprevisível, gerador de constantes sintomas de desorientação e de vazio antropológico, surge decerto uma profunda identificação com a obra de Vergílio Ferreira, um autor que confessou não ter nascido para “escrever coisas alegres”, sendo o seu romance Para Sempre considerado um livro pessimista, negro e macabro. Títulos como Onde tudo foi morrendo revelam bem esta falta de vocação do autor para o optimismo literário, essencialmente resultante de Vergílio ter desde sempre sentido trazer dentro de si um “eu” que “é para morrer”, o que lhe concedeu profunda consciência do absurdo negro da existência e dessa “estúpida inverosimilh...
A ESCRITA NEGRA de VERGÍLIO FERREIRA Maria Antónia Lima Universidade de Évora/ CEAUL Num tempo de crise existencial justificada pela permanente inquietação dos indivíduos perante um destino incerto, inseguro e imprevisível, gerador de constantes sintomas de desorientação e de vazio antropológico, surge decerto uma profunda identificação com a obra de Vergílio Ferreira, um autor que confessou não ter nascido para “escrever coisas alegres”, sendo o seu romance Para Sempre considerado um livro pessimista, negro e macabro. Títulos como Onde tudo foi morrendo revelam bem esta falta de vocação do autor para o optimismo literário, essencialmente resultante de Vergílio ter desde sempre sentido trazer dentro de si um “eu” que “é para morrer”, o que lhe concedeu profunda consciência do absurdo negro da existência e dessa “estúpida inverosimilh...
A admiração inequívoca por Aquilino, com quem travou conhecimento amistoso, não obstante a relativa diferença de idades - Aquilino nascera em 1885 e José Gomes Ferreira, quinze anos depois - , dá ensejo à revelação de um traço de união muito forte entre os dois: a admiração por Raul Brandão.
Neste projeto de Mestrado intitulado Traduzir, recriando – Fotobiografia de Vergílio Ferreira, propomos a tradução da obra Fotobiografia de Vergílio Ferreira (1993), organizada por Hélder Godinho e Serafim Ferreira. Nesta obra estão incluídos 132 excertos de 25 obras de Vergílio Ferreira. A leitura em tradução adquire importância na investigação documental e na compreensão que precede o ato de traduzir assim como em etapas posteriores, da reescrita à verificação. O processo de tradução é sustentado pelas leituras que visam compreender e reconstruir essa compreensão. No seguimento da experiência de tradução da obra, analisámos a prática tradutológica. A análise inclui um estudo preliminar da vida e obra de Vergílio Ferreira, a tradução da sua obra em França, a leitura na ótica da tradução, o desafio da tradução e as dificuldades encon...
This communication deals with the less known research activities on Palconlology by Octávio da Veiga Ferreira, since just after he became a member of the staff of the Serviços Geológicos de Portugal. These activities lasted for about 25 years (1951-1975, eventually up to 1987). Besides much field and laboralory work, Veiga Ferreira produced (alone or in collaboration} 38 papers. These concern vertebrates, echinoids, pectens and other molluscs, and malacostraca, as well as some papers of a more general or divulgation character. Studied fossils range from Jurassic to Quaternary, and from continental Portugal to Santa Maria Island (Azores), the Madeira Archipel and Angola. Veiga Ferreira is author of much valid work. He generously helped others as well. A bibliography for his paleontological papers is provided.