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A desagregação familiar precoce, por óbito de um dos progenitores ou de ambos, terá algum impacte na idade ao primeiro casamento dos filhos? E ao tê-lo, derivará consoante determinados critérios? Como a morte do progenitor ser a do pai ou ser a da mãe? O nubente ser homem ou ser mulher? Consoante as origens geográficas dos nubentes? A percepção destas diferenças, ao existirem,é de grande importância e permite perceber a influência da mortalidade, das migrações e da nupcialidade em relação à diminuição da capacidade reprodutiva, quase sempre, associada à generalização de métodos contraceptivos, no caso português, com ênfase a partir dos anos quarenta do século XX.O artigo tem por base documental os registos de casamento de uma comunidade urbana na cidade do Porto entre 1940 e 1969 e insere-se no âmbito de uma investigação mais vasta sob...
As migrações internacionais conduzem a um relacionamento entre estrangeiros e autóctones que nem sempre se efectua sem conflitualidade. Esta constante, verificada ao longo dos séculos, foi sempre motivo de inquietação e de interesse por parte dos governos dos países envolvidos, dos grupos de imigrantes, dos cidadãos das sociedades receptoras e dos estudiosos sociais. Enquanto estes criaram conceitos explicativos das diferentes situações que pode configurar uma sociedade plural e estabeleceram recomendações no sentido de sensibilizarem os Estados para um consenso de políticas comuns visando os públicos deslocalizados, os Estados recebedores criaram políticas nesse sentido, muitas vezes sem atenderem a esses estudos, sem a participação dos Estados dadores e sem os contributos dos representantes dos migrantes. Esta situação tem vindo a me...
Considerando a nova abordagem global e integrada das questões migratórias nas relações entre a Europa e a África, procuramos compreender e analisar o potencial dos migrantes nas relações migrações-desenvolvimento explorando a relevância da cooperação de proximidade consubstanciada no co-desenvolvimento e na lógica de terreno como estratégias adequadas para melhor gerir a dinâmica das migrações sendo que esta pode ter incidências benéficas tanto para os países de origem como para os países de destino, embora possam também determinar prejuízos e tensões políticas, económicas e sociais. Daqui resulta a perspectiva e o desafio de avaliar e validar o apoio às diversas estratégias que ponham as migrações ao serviço do desenvolvimento e das relações internacionais.
Este artigo observa as modificações profundas e a diversidade de novos agentes que emergem e transformam os relacionamentos na esfera internacional. Em particular, propõe-se que o contexto de segurança colectiva do pós guerra, ou a ideia de multilateralismo moderado da guerra-fria, foram substituídos por um sentimento de insegurança colectiva e um unilateralismo militar norte americano, com consequências negativas especialmente sobre o mundo muçulmano, mas também sobre as sociedades ocidentais. Estas consequências negativas são analisadas em termos do clima de insegurança colectiva resultante dos ataques do 11 de setembro, da incapacidade das sociedades ocidentais em absorverem fluxos migratórios, e da intensificação da divisão Norte-Sul.
No germinar do século XXI, o mundo contemporâneo é caracterizado por elevados fluxos culturais, sociais, económicos e outros, fenómeno este, por muitos, chamado de globalização. Esta faz-se sentir em todas as esferas da vida das sociedades, destacando-se ao longo do nosso texto, as relações entre o turismo e os museus, mais concretamente osecomuseus. Num mundo em que cada vez mais milhões de pessoas se deslocam de umas regiões para as outras com a finalidade do lazer ou de aprendizagem, torna-se pertinente colocar questões como: Que consequências, do ponto de vista das comunidades locais, trazem estes fluxos? Na perspectiva do turismo cultural, que proveitos podem, comunidades tão ricas como as portuguesas, retirar deste fenómeno? De que forma? E que ameaças coloca a massificação turística?Perante este cenário, o que pretendemos com es...